“A lei tem que estar ao lado da vítima, nunca do criminoso”, afirma Margareth Buzetti ao defender penas mais rígidas
A senadora Margareth Buzetti destacou a atuação no endurecimento das leis penais e afirmou ter orgulho de ser autora de duas normas que elevaram para 40 anos a pena máxima para crimes de feminicídio e para casos de abuso seguido de morte de crianças ou pessoas vulneráveis.
Ao comentar o tema, a parlamentar ressaltou que as duas legislações figuram entre as mais severas do Código Penal Brasileiro e reforçou que sua atuação no Congresso tem sido voltada à proteção das vítimas e ao combate à impunidade.

“A lei tem que estar ao lado da vítima, nunca do criminoso”, afirmou a senadora.
Segundo Buzetti, em três anos de mandato já são quatro leis sancionadas, com foco em segurança pública, proteção das famílias e defesa de pautas que considera prioritárias para Mato Grosso e para o país.
Durante a declaração, a senadora avaliou que o aumento das penas representa um avanço, mas disse considerar a medida ainda insuficiente diante da gravidade dos crimes. Para ela, o país precisa discutir mecanismos ainda mais rígidos para punir autores de delitos violentos.
Nesse contexto, Margareth voltou a defender mudanças mais profundas no sistema penal e chegou a mencionar a possibilidade de uma nova Constituinte para debater a adoção de prisão perpétua no Brasil.
A parlamentar argumentou que crimes como feminicídio e violência brutal contra vulneráveis exigem resposta firme do Estado e afirmou que não pode haver tolerância com agressores que atentam contra a vida.
A fala reforça o posicionamento da senadora em defesa do endurecimento penal, tema que tem marcado sua atuação legislativa e ganhado espaço no debate público sobre segurança e justiça criminal.
Por Rbt News




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