Mulher procura PM e diz que acordou sendo estuprada; homem diz que foi consensual
Uma mulher, de 35 anos, procurou a PM e denunciou ter sido vítima de estupro na manhã desta quinta-feira (22), em uma residência e ainda segundo o relato à Polícia Militar, ela disse que adormeceu e acordou enquanto um homem praticava um ato sexual sem seu consentimento. Já o homem também procurou a polícia e negou o estupro, além de afirmar que o sexo foi consensual.
Segundo informações repassadas ao JK, a mulher contou que conheceu o suspeito em um bar na noite anterior, enquanto confraternizava com amigos. Após conversarem, ela aceitou acompanhá-lo até uma residência que pertencia a amigos.
Na casa, os dois continuaram conversando e consumindo bebidas alcoólicas. A mulher relatou que se sentiu à vontade e acabou adormecendo. Pela manhã, ela acordou com o homem sobre seu corpo, praticando o ato sexual.
Ela afirmou que o empurrou e disse que não queria aquela situação. Ainda conforme seu relato à PM, o homem interrompeu o ato, pediu desculpas e alegou ter entendido que havia consentimento.
A mulher também contou que ele pediu que não o denunciasse, mas ela acionou a polícia e o suspeito deixou o local, embora tivesse dito que iria à delegacia apresentar sua versão.
Os policiais militares realizaram buscas, mas não o localizaram naquele momento.
Homem apresenta outra versão
Logo depois, o homem também procurou a polícia e afirmou que o contato físico e as carícias entre os dois ocorreram de forma consensual. Segundo ele, a acusação surgiu depois que se recusou a levá-la para um exame admissional, alegando estar sonolento e sob efeito de bebida alcoólica.
Ele negou ter estuprador a mulher e disse ter procurado a delegacia para formalizar sua versão e resguardar seus direitos.
O homem também disse que teria recebido uma ligação da mulher cobrando uma quantia referente a uma suposta dívida. Também relatou ter recusado um convite de outra mulher para ir a um rio, por receio de uma armadilha.
Ainda segundo sua versão, ele recebeu uma chamada de vídeo com mais de dez participantes, entre os quais acreditava haver pessoas ligadas ao Comando Vermelho. O homem afirmou que foi questionado sobre a denúncia de violência sexual.
Ele foi orientado a apresentar mensagens, registros e testemunhas que possam contribuir para esclarecer os acontecimentos.
Por JK Notícias




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