Wellington Fagundes critica continuidade de grupo político e questiona candidatura de Pivetta ao Governo de MT
Durante entrevista ao programa Resumo do Dia, apresentado pelo jornalista e ex-prefeito de Cuiabá Roberto França, o pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), defendeu a renovação política no Estado e criticou a tentativa de manutenção do atual grupo no comando da administração estadual. As declarações tiveram como principal alvo o governador em exercício Otaviano Pivetta.

Wellington afirmou que Mato Grosso precisa de novas lideranças e questionou a pré-candidatura de Pivetta ao Palácio Paiaguás. Ele afirmou que após quase oito anos como vice de Mauro Mendes, Pivetta compartilha integralmente a responsabilidade pelas decisões e pelos equívocos da atual gestão.
“Não dá para querer vender uma imagem de novidade ao eleitor, já que ele participou de todas as decisões da atual administração. Está ali nas tomadas de decisões do governo todos os dias”, afirmou Wellington.
Na entrevista, destacou que problemas enfrentados pela população, como o caos das rodovias estaduais, desafios na educação, na segurança e reclamações sobre serviços públicos, também fazem parte da responsabilidade do atual governador.
Wellington relembrou críticas feitas por Roberto França a indicações realizadas pela administração estadual e afirmou que integrantes do grupo político reagiram de forma intolerante a questionamentos públicos.
“Esse grupo se acostumou a não ter oposição. Mato Grosso precisa voltar a ter debate, e oportunidade para novas lideranças”, declarou.
Apesar das críticas, Wellington reconheceu avanços em algumas áreas e atribuiu nota 7 à gestão de Mauro Mendes. Na avaliação do pré-candidato, faltaram investimentos e prioridades em setores essenciais, como habitação, saneamento básico e assistência social.
Fagundes também questionou investimentos bilionários em projetos como o Parque Novo Mato Grosso, argumentando que ainda existem demandas básicas, como o fornecimento de água em Várzea Grande e o déficit habitacional, precisam de maior atenção do poder público.




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