“Tem que ser preso”, diz Júlio Campos sobre responsável por pesquisa sem Wellington Fagundes
A divulgação de uma pesquisa eleitoral para a sucessão ao Governo de Mato Grosso provocou reação do deputado estadual Júlio Campos (União Brasil). O parlamentar contestou os dados apresentados pelo Instituto Veritá e demonstrou indignação pelo fato de o senador Wellington Fagundes (PL) não ter sido incluído entre os possíveis candidatos avaliados no levantamento.
Durante entrevista, Júlio Campos afirmou que a ausência do senador compromete a credibilidade da pesquisa, já que Wellington é apontado como um dos principais nomes da corrida eleitoral de 2026 e aparece com desempenho relevante em outros levantamentos realizados no estado.
Ao comentar o caso, o deputado utilizou um tom duro e chegou a dizer que o responsável pelo estudo deveria ser responsabilizado pela exclusão do parlamentar. “Tem que ser preso. Esse homem que esqueceu o Wellington Fagundes na pesquisa”, declarou.
O levantamento divulgado pelo Instituto Veritá apresentou cenários de disputa envolvendo nomes como o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o senador Jayme Campos (União Brasil) e a médica Natasha Slhessarenko (PSD). Entretanto, Wellington Fagundes não figurou entre as opções apresentadas aos entrevistados.
A ausência chamou a atenção de lideranças políticas e de observadores do cenário eleitoral, uma vez que o senador é frequentemente citado como pré-candidato ao Palácio Paiaguás e tem aparecido entre os nomes mais competitivos em pesquisas divulgadas anteriormente.
A declaração de Júlio Campos repercutiu nos bastidores da política mato-grossense e reacendeu o debate sobre os critérios adotados pelos institutos na elaboração dos cenários eleitorais que medem a intenção de voto da população.
Por Ana Flávia Moreira





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