Delegado Paulo Brambila afirma que tatuador e mulher assassinados não tinham ligação com facção rival
O delegado Paulo Brambila afirmou que as investigações da Polícia Civil apontam que o tatuador assassinado e a mulher morta na mesma sequência de crimes não tinham qualquer envolvimento com uma facção criminosa rival.
Segundo o delegado, o tatuador era usuário de drogas, mas não atuava no tráfico. Conforme a apuração, ele havia adquirido entorpecentes em Lucas do Rio Verde para consumo próprio e, posteriormente, repassado parte da droga para outro usuário.
“O tatuador não tinha nada a ver com o tráfico de drogas. Era usuário de drogas. Pegou uma droga em Lucas do Rio Verde para uso próprio e, por um infeliz acidente do acaso, repassou para outro usuário. Eles o classificaram como integrante de uma facção rival e foram lá e o mataram”, afirmou.
O delegado ressaltou que a investigação não encontrou qualquer indício de que o homem integrasse uma organização criminosa.
Brambila também afirmou que a mulher assassinada no mesmo contexto igualmente não possuía ligação com facções.
“Essa mulher que morreu também não tem indício algum de que fazia parte de uma facção rival”, declarou.
A Polícia Civil segue investigando o caso para identificar todos os envolvidos nas execuções e esclarecer a motivação dos crimes. Até o momento, conforme a investigação, não há elementos que apontem que as duas vítimas tinham participação em organizações criminosas.
Por Redação Rbt News





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