Casal é condenado por manter sobrinha em trabalho escravo por 10 anos em Chapada dos Guimarães

Um casal foi condenado a pagar R$ 30 mil de indenização por danos morais e as verbas trabalhistas à sobrinha, que foi submetida a condições análogas à escravidão por cerca de 10 anos, em Chapada dos Guimarães, a 65 km de Cuiabá. A decisão foi divulgada pelo Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT-MT) nessa quinta-feira (23).

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Foto: TRT MT

Segundo o TRT, a vítima era obrigada a realizar trabalhos domésticos sem remuneração e em condições degradantes desde a adolescência. Após a morte dos pais, ela passou a morar com a avó e, depois que a idosa morreu, ficou sob a tutela legal dos tios.

Ainda conforme o órgão, ao atingir a maioridade, a jovem chegou a fugir da casa, mas foi localizada e obrigada a retornar à propriedade onde vivia com o casal.

O caso foi descoberto em setembro de 2019, quando a jovem foi resgatada durante uma fiscalização da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego. Após o resgate, foi ajuizada uma ação trabalhista.

Uma decisão da 5ª Vara do Trabalho de Cuiabá havia considerado o processo prescrito pela falta de bens dos condenados. No entanto, o TRT-MT reverteu o entendimento e decidiu que, em casos de trabalho análogo à escravidão, a ausência de patrimônio dos condenados não impede a continuidade da cobrança.

 

Com isso, o processo voltará à Vara do Trabalho e permanecerá suspenso até que sejam encontrados bens do casal que possam ser usados para quitar a condenação. Quando isso ocorrer, a execução será retomada.

⚠️ Como denunciar?

 

O Disque 100 funciona diariamente, 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil, de forma gratuita, a partir de qualquer telefone fixo ou móvel.

Qualquer pessoa pode registrar denúncia sobre violações de direitos humanos das quais seja vítima ou tenha conhecimento.

A partir disso, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania recebe, analisa e encaminha as denúncias aos órgãos de proteção e responsabilização.

O governo também mantém um canal específico para denúncias de trabalho análogo à escravidão: o Sistema Ipê, disponível na internet. O denunciante não precisa se identificar e deve inserir o maior número possível de informações.

Por G1 MT

Olá meu é Roberto Santos. Sou formado em Comunicação Social Jornalismo pela Universidade Federal de MT. Com mais de 10 anos de experiência. Trabalho com jornalismo comunitário e político. Ja trabalhei em canais como a Rede TV, Record e Band na cidade de Barra do Garças. Também para os sites Chocolate News e Semana7, bem como, nas Rádio Continental FM em Pontal do Araguaia e na Rádio Universitária FM em Aragarças GO. Em Sorriso trabalhei na antiga rádio Sorriso AM 700 ( Atual Sorriso FM) e no SBT Sorriso, minha última atuação na imprensa tradicional. Sempre trabalhei e vou continuar com foco em atender a população em geral e contribuir para o crescimento da cidade e do país. Atualmente sou proprietário do site Portal RBT News. Nasci em Fátima do Sul MS em 15 de setembro de 1981. è filhos de dona Tresinha Rosas da Silva e do seu Francisco Viana da Silva. Sou casado com Priscila Rapachi a quase 20 anos. juntos tivemos 04 filhos. Isaque, Larissa, Israelle e Israel. Dois de nossos filhos moram com o Senhor, Isaque e Israelle , estão nos braços do Pai.

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