STF deve manter Vorcaro preso mesmo com temor de delação

A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) deve manter o ex-banqueiro Daniel Vorcaro na prisão.

A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) deve manter o ex-banqueiro Daniel Vorcaro na prisão.
O julgamento, que será feito de forma virtual, começa nesta sexta (13) e termina no dia 20.
O colegiado é formado por cinco ministros, mas apenas quatro vão votar, já que Dias Toffoli se declarou suspeito.
André Mendonça, Gilmar Mendes, Luiz Fux e Kassio Nunes Marques têm uma semana para declarar seus votos. O empate beneficiaria o réu, mas a coluna apurou que já há maioria para a manutenção da prisão.
Um dos ministros do STF ouvidos pela coluna afirma que “a tendência é essa, salvo se surgir algum fato novo”.
A Corte está sob intensa pressão do universo político por causa da possibilidade de o dono do Banco Master fazer uma delação que poderia atingir algumas das principais lideranças do país, e de partidos diferentes.
Os magistrados, no entanto, enxergam elementos para a manutenção dele no cárcere, por enquanto. A prisão é preventiva e pode ser revogada a qualquer momento no futuro, sendo substituída por outras medidas restritivas.
Vorcaro foi preso há duas semanas por decisão do ministro André Mendonça.
O magistrado entendeu que fatos contemporâneos mostrariam que o dono do Master quebrou as regras das medidas cautelares impostas anteriormente a ele.
O ex-banqueiro já havia sido preso em novembro, quando a instituição financeira foi liquidada pelo Banco Central.
Foi solto na sequência, mas tinha que usar tornozeleira e não podia sair da cidade de São Paulo. Isso não teria impedido que ele, por exemplo, tratasse com interlocutores da contratação de influenciadores para criticar o Banco Central e outras instituições.
A decisão de Mendonça de prender novamente Vorcaro foi tomada também porque a Polícia Federal encontrou no celular do empresário mensagens que mostravam que ele mantinha uma milícia privada com o objetivo de coagir e ameaçar seus desafetos.
Em uma das mensagens enviadas a Luiz Phillipe Machado de Moraes Mourão, que trabalhava com ele e tinha o apelido de Sicário, o ex-banqueiro falava que é preciso “moer essa vagabunda”, referindo-se a uma funcionária que o estaria ameaçando.
Foram encontradas também mensagens que citam uma tentativa de assalto contra o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, como forma de intimidação.
“Esse Lauro quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto”, disse o ex-banqueiro a Sicário.
Por Folha de São Paulo
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