Prisão domiciliar de Bolsonaro é autorizada pelo STF e reforça atuação de Wellington Fagundes
O senador Wellington Fagundes (PL-MT), pré-candidato ao governo de Mato Grosso, comemorou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro por 90 dias, após parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).
“Deus tocou no coração do julgador. Mesmo que de forma tardia, agora o presidente Bolsonaro poderá ser melhor tratado, com mais dignidade, ao lado da sua família”, afirmou o senador.
O ex-presidente enfrentou um quadro de broncopneumonia, chegou a ficar internado em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e teve sua condição de saúde reconhecida pela própria PGR, que apontou o ambiente domiciliar como o mais adequado para a recuperação.
O senador acompanhou de perto toda a situação e atuou institucionalmente para buscar uma solução equilibrada. Em janeiro, Wellington Fagundes esteve no Supremo Tribunal Federal em reunião com o ministro Gilmar Mendes, quando levou um apelo humanitário em favor do ex-presidente e defendeu que as decisões considerassem não apenas aspectos jurídicos, mas também a situação de saúde e o contexto institucional.
Ainda em janeiro, o senador formalizou atuação junto à Procuradoria-Geral da República, solicitando a reavaliação das restrições impostas a Bolsonaro, inclusive aquelas que impactavam o funcionamento interno do Partido Liberal às vésperas do processo eleitoral.
Além da atuação institucional, Wellington também fez diversas manifestações em plenário do Senado defendendo a concessão da prisão domiciliar humanitária, reforçando a necessidade de sensibilidade e proporcionalidade diante do quadro clínico do ex-presidente.
O parlamentar também realizou visita a Bolsonaro no Complexo da Papuda, reforçando a atuação direta no acompanhamento da situação. “Não se trata de política. Se trata de uma decisão humanitária, diante de um quadro clínico que exige cuidado contínuo”, reforçou.
O senador destacou que a decisão desta terça-feira consolida uma linha de atuação que vinha sendo construída desde o início, com diálogo institucional, articulação junto à PGR e interlocução no STF.
A decisão de Alexandre de Moraes acolheu o parecer da Procuradoria-Geral da República e autorizou a medida em caráter excepcional por 90 dias, com previsão de reavaliação ao final do período.
Para o senador, a decisão representa um avanço importante, mas não encerra o debate.
“Agora, o mais importante é que o presidente possa se recuperar com tranquilidade, ao lado da sua família. Seguiremos acompanhando o caso com responsabilidade e atuando no Congresso para garantir equilíbrio nas decisões, inclusive trabalhando pela derrubada do veto à dosimetria e pelo avanço da anistia, em defesa de brasileiros que merecem justiça e proporcionalidade”, concluiu.
Assessoria





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