Por que a prorrogação da Energisa é vista como um retrocesso para Mato Grosso

A prorrogação da Concessão Energisa MT, formalizada via Diário Oficial da União, representa um duro golpe para a estratégia de desenvolvimento econômico do estado. Após meses de audiências públicas em municípios como Cuiabá, Rondonópolis e Tangará da Serra, o diagnóstico foi unânime: o serviço atual não acompanha o “ritmo de gigante” do agronegócio e da indústria mato-grossense.

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OS PONTOS CRÍTICOS DA RENOVAÇÃO

A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) defendeu arduamente uma nova licitação nacional para garantir transparência e competitividade. Confira os principais gargalos que permanecem:

  • Tarifa Elevada: Mato Grosso figura entre as contas de luz mais caras do Brasil, drenando a competitividade de empresas e o orçamento das famílias.
  • Falta de Trifásico: A ausência de energia trifásica nos 142 municípios trava a expansão de agroindústrias e sistemas de irrigação no interior.
  • Instabilidade no Campo: Quedas frequentes e prolongadas de energia continuam afetando a produção rural e a qualidade de vida.
  • Investimento Insuficiente: A proposta da ALMT exigia R$ 10 bilhões em investimentos nos primeiros cinco anos — exigência que não foi contemplada no despacho federal.

O “DOSSIÊ DO DESCONTENTAMENTO”

O documento técnico entregue ao Ministério em Brasília continha propostas que agora parecem ter ficado na gaveta:

A prorrogação da Concessão Energisa MT, formalizada via Diário Oficial da União, representa um duro golpe para a estratégia de desenvolvimento econômico do estado. Após meses de audiências públicas em municípios como Cuiabá, Rondonópolis e Tangará da Serra, o diagnóstico foi unânime: o serviço atual não acompanha o “ritmo de gigante” do agronegócio e da indústria mato-grossense.

O QUE ESPERAR PARA OS PRÓXIMOS 30 ANOS?

Com a concessão garantida até 2057, a preocupação em Lucas do Rio Verde e demais polos agrícolas é que a infraestrutura energética se torne o “gargalo” definitivo para o crescimento. Sem a pressão de uma nova licitação, o receio é que a concessionária mantenha o ritmo de investimentos aquém do necessário para um estado que cresce em ritmo acelerado.

Nota do CenárioMT: O momento é de consternação, mas a ALMT promete seguir vigilante. A luta agora se desloca para a fiscalização rigorosa do cumprimento das metas (mesmo que flexíveis) e a pressão política para que a tarifa seja revista diante da relevância econômica da operação em MT para o grupo Energisa.

Por Cenário MT

Olá meu é Roberto Santos. Sou formado em Comunicação Social Jornalismo pela Universidade Federal de MT. Com mais de 10 anos de experiência. Trabalho com jornalismo comunitário e político. Ja trabalhei em canais como a Rede TV, Record e Band na cidade de Barra do Garças. Também para os sites Chocolate News e Semana7, bem como, nas Rádio Continental FM em Pontal do Araguaia e na Rádio Universitária FM em Aragarças GO. Em Sorriso trabalhei na antiga rádio Sorriso AM 700 ( Atual Sorriso FM) e no SBT Sorriso, minha última atuação na imprensa tradicional. Sempre trabalhei e vou continuar com foco em atender a população em geral e contribuir para o crescimento da cidade e do país. Atualmente sou proprietário do site Portal RBT News. Nasci em Fátima do Sul MS em 15 de setembro de 1981. è filhos de dona Tresinha Rosas da Silva e do seu Francisco Viana da Silva. Sou casado com Priscila Rapachi a quase 20 anos. juntos tivemos 04 filhos. Isaque, Larissa, Israelle e Israel. Dois de nossos filhos moram com o Senhor, Isaque e Israelle , estão nos braços do Pai.

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