“Isso é democracia ou a lei do mais forte?”, questiona Rachel Sheherazade sobre ataques ao Irã


A jornalista Rachel Sheherazade publicou um vídeo em suas redes sociais sobre os ataques dos Estados Unidos ao Irã, defendendo que o conflito precisa ser analisado sob a ótica da geopolítica e não da religião ou da moralidade.
Logo no início de sua fala, ela afirmou que não defende teocracias e que governos não devem ser comandados por líderes religiosos, independentemente da crença. Em seguida, passou a questionar a atuação norte-americana no cenário internacional, lembrando que, desde o fim da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos teriam invadido ou bombardeado quase 40 países, segundo sua análise, nenhum deles com armamento nuclear.
A jornalista citou ainda episódios envolvendo Palestina e Venezuela e declarou que a justificativa recorrente das intervenções é a libertação de povos sob governos autoritários. Para ela, a destruição de infraestrutura, como estradas, portos, aeroportos e refinarias, contradiz o discurso de promoção da democracia.
Rachel questionou se bombardear um território soberano e comprometer séculos de investimento pode ser considerado um ato democrático ou se representa apenas a imposição da força sobre o direito internacional. Em tom crítico, afirmou que os Estados Unidos não buscam diálogo ou paz, mas agem movidos por interesses estratégicos e econômicos.
Ao ampliar a análise, ela comparou o cenário norte-americano com o crescimento da China, apontando que o país asiático tem ampliado sua influência global por meio do desenvolvimento econômico e tecnológico. Segundo a jornalista, o conflito envolvendo o Irã estaria ligado ao controle de rotas estratégicas de petróleo e gás natural que abastecem a economia chinesa.
Rachel também mencionou a importância das chamadas terras raras, conjunto de elementos essenciais para a indústria tecnológica. Ela destacou que a China detém as maiores reservas mundiais desses minerais e que o Brasil aparece como segundo maior produtor, ressaltando que disputas futuras podem envolver interesses sobre esses recursos.
Para a jornalista, a guerra no Irã não é um episódio isolado e pode gerar impactos globais, afetando economias e relações diplomáticas em diferentes continentes. Ela concluiu que compreender a geopolítica é fundamental para entender que o conflito vai além de questões ideológicas ou religiosas, podendo trazer consequências para todo o mundo.
Olá meu é Roberto Santos. Sou formado em Comunicação Social Jornalismo pela Universidade Federal de MT. Com mais de 10 anos de experiência. Trabalho com jornalismo comunitário e político. Ja trabalhei em canais como a Rede TV, Record e Band na cidade de Barra do Garças. Também para os sites Chocolate News e Semana7, bem como, nas Rádio Continental FM em Pontal do Araguaia e na Rádio Universitária FM em Aragarças GO. Em Sorriso trabalhei na antiga rádio Sorriso AM 700 ( Atual Sorriso FM) e no SBT Sorriso, minha última atuação na imprensa tradicional. Sempre trabalhei e vou continuar com foco em atender a população em geral e contribuir para o crescimento da cidade e do país. Atualmente sou proprietário do site Portal RBT News. Nasci em Fátima do Sul MS em 15 de setembro de 1981. è filhos de dona Tresinha Rosas da Silva e do seu Francisco Viana da Silva. Sou casado com Priscila Rapachi a quase 20 anos. juntos tivemos 04 filhos. Isaque, Larissa, Israelle e Israel. Dois de nossos filhos moram com o Senhor, Isaque e Israelle , estão nos braços do Pai.

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