Homem foi localizado e preso pela Polícia Militar após cerco com apoio de drone em Sorriso
Um homem foi preso em Sorriso após descumprir uma medida protetiva de urgência e tentar fugir da abordagem policial. O caso foi detalhado pelo Tenente Coronel Jorge Almeida, que explicou toda a dinâmica da ocorrência.
Segundo o oficial, a vítima já possuía uma medida protetiva deferida pela Justiça, que proibia o agressor de se aproximar. Ainda assim, o homem teria insistido em retornar à residência.
“É uma vítima que tem medida protetiva de urgência deferida pelo juiz local, onde o agressor não deve se aproximar. Mesmo assim, ele descumpriu a decisão judicial”, destacou o coronel.
Na manhã do mesmo dia, a mulher procurou a Polícia Judiciária Civil para registrar um boletim de ocorrência relatando o descumprimento. Já no início da noite, ela voltou a acionar a polícia pelo 190, informando que o suspeito estaria em sua casa e que havia acabado de sair, permanecendo em um terreno ao lado.
De acordo com Tenente Coronel, Jorge Almeida, equipes da Polícia Militar foram rapidamente ao local. Ao perceber a chegada dos policiais, o homem fugiu em direção a uma área de mata.
“Quando a guarnição chegou, o suspeito saiu correndo, adentrando uma região de mata. Foi feito cerco policial e acionamos o drone do município para apoio aéreo”, explicou.
Apesar da tentativa de fuga, o suspeito foi localizado e preso antes mesmo da chegada do equipamento aéreo. Durante a fuga, ele sofreu escoriações nos pés e nas mãos ao atravessar a vegetação.
Ainda conforme o coronel, o homem alegou que não tinha onde morar e que desejava permanecer na residência, o que motivou o descumprimento da medida judicial. A vítima, por sua vez, reafirmou que não autorizava a permanência dele no local.
O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Polícia Judiciária Civil e deverá responder por descumprimento de medida protetiva, além de outras possíveis implicações legais.
O coronel também ressaltou a atuação da rede de proteção à mulher no município, incluindo a Patrulha Maria da Penha e o Núcleo de Defesa da Mulher, coordenado pela delegada responsável, que acompanharam o caso e auxiliaram nas diligências.
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