Escolta na Lava Jato, espião na ditadura e prisão por contrabando: quem é o ‘Japonês da Federal’ que integra a prefeitura de Cuiabá

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De férias e à paisana, o policial federal Newton Ishii posa para fotos com os deputados Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) e Jair Bolsonaro (PP-RJ) durante visita ao plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

 

Conhecido nacionalmente como o “Japonês da Federal”, Newton Hidenori Ishii voltou ao debate público após ser nomeado secretário-adjunto na Prefeitura de Cuiabá, no dia 2 de março.

O policial federal aposentado ganhou fama durante a Operação Lava Jato ao aparecer escoltando presos, entre políticos, empresários e doleiros, durante o cumprimento de decisões judiciais.

A trajetória de Ishii também inclui episódios polêmicos, como uma condenação por facilitação de contrabando na fronteira do Paraná.

Histórico de Newton Ishii

 

  • Década de 1970: trabalhou para o regime da ditadura militar. A informação foi revelada pelo próprio Ishii em entrevista ao programa “Conversa com Bial”, em 2018.
  • Operação Lava Jato (a partir de 2014): ficou conhecido nacionalmente como o “Japonês da Federal” por aparecer frequentemente escoltando investigados e presos durante operações da Polícia Federal em Curitiba.
  • 2009: foi condenado pelo crime de facilitação de contrabando quando já estava aposentado. Na época, a Justiça não determinou restrições relacionadas a trabalho.
  • Junho de 2016: foi preso após o processo transitar em julgado, sem possibilidade de recurso. A condenação foi relacionada à Operação Sucuri, que investigou o envolvimento de agentes públicos na entrada de contrabando no país pela fronteira com o Paraguai.
  • 2016 (execução da pena): o mandado foi expedido pela Vara de Execução Penal da Justiça Federal em Foz do Iguaçu (PR). Ishii se apresentou à sede da Polícia Federal após saber da decisão.
  • Regime semiaberto com tornozeleira: como não havia vagas no sistema penitenciário para o regime semiaberto tradicional, ele passou a cumprir pena usando tornozeleira eletrônica.
  • Setembro de 2016: voltou a participar de escoltas de presos pela Polícia Federal mesmo utilizando o equipamento de monitoramento.
  • Após a condenação: o Tribunal de Contas da União (TCU) considerou irregular sua aposentadoria inicial por causa da contagem de tempo de serviço.
  • 2018: teve concedido o pedido de aposentadoria especial voluntária.

 

Olá meu é Roberto Santos. Sou formado em Comunicação Social Jornalismo pela Universidade Federal de MT. Com mais de 10 anos de experiência. Trabalho com jornalismo comunitário e político. Ja trabalhei em canais como a Rede TV, Record e Band na cidade de Barra do Garças. Também para os sites Chocolate News e Semana7, bem como, nas Rádio Continental FM em Pontal do Araguaia e na Rádio Universitária FM em Aragarças GO. Em Sorriso trabalhei na antiga rádio Sorriso AM 700 ( Atual Sorriso FM) e no SBT Sorriso, minha última atuação na imprensa tradicional. Sempre trabalhei e vou continuar com foco em atender a população em geral e contribuir para o crescimento da cidade e do país. Atualmente sou proprietário do site Portal RBT News. Nasci em Fátima do Sul MS em 15 de setembro de 1981. è filhos de dona Tresinha Rosas da Silva e do seu Francisco Viana da Silva. Sou casado com Priscila Rapachi a quase 20 anos. juntos tivemos 04 filhos. Isaque, Larissa, Israelle e Israel. Dois de nossos filhos moram com o Senhor, Isaque e Israelle , estão nos braços do Pai.

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