A saída de Damares do Republicanos Mulher aumentou as especulações sobre a permanência de Michelle no PL Mulher. A ex-primeira-dama diminuiu o ritmo de viagens desde a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e adiou eventos que já estavam previstos no Rio de Janeiro e em Tocantins.
Aliados de Bolsonaro avaliam que Michelle pode deixar de vez o cargo, caso o ex-presidente consiga cumprir a pena por tentativa de golpe de Estado em casa. Além disso, há a expectativa de que a ex-primeira-dama também concorra ao Senado pelo Distrito Federal —embora ela repita que nunca anunciou sua candidatura e que seu futuro político está nas mãos de Deus.
Pessoas próximas à Michelle dizem que ela deve continuar trabalhando por suas aliadas, de um jeito ou de outro. Em Santa Catarina, Michelle venceu uma batalha interna no PL ao garantir o apoio da sigla à candidatura da deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) ao Senado, em vez do senador Esperidião Amin (PP-SC).
Mesmo integrando partidos diferentes, Damares e Michelle se tornaram grandes amigas e organizaram juntas uma série de eventos para estimular a participação de mulheres conservadoras na política. Durante a campanha de 2022, as duas fizeram um tour pelo Brasil em busca de votos para Bolsonaro.
A ex-primeira-dama tem sido criticada internamente pela falta de empenho em relação à eleição de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), escolhido pelo pai como candidato à Presidência. Para atenuar a crise, o senador tem dito que Michelle vai embarcar na campanha dele no tempo certo.
Damares informou ao Republicanos que gostaria de deixar a secretaria nacional do grupo de mulheres para se dedicar exclusivamente ao mandato. Atualmente, a senadora é presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado e integrante da CPMI do INSS.
A saída de Damares do Republicanos Mulher aumentou as especulações sobre a permanência de Michelle no PL Mulher. A ex-primeira-dama diminuiu o ritmo de viagens desde a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e adiou eventos que já estavam previstos no Rio de Janeiro e em Tocantins.
Aliados de Bolsonaro avaliam que Michelle pode deixar de vez o cargo, caso o ex-presidente consiga cumprir a pena por tentativa de golpe de Estado em casa. Além disso, há a expectativa de que a ex-primeira-dama também concorra ao Senado pelo Distrito Federal —embora ela repita que nunca anunciou sua candidatura e que seu futuro político está nas mãos de Deus.
Pessoas próximas à Michelle dizem que ela deve continuar trabalhando por suas aliadas, de um jeito ou de outro. Em Santa Catarina, Michelle venceu uma batalha interna no PL ao garantir o apoio da sigla à candidatura da deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) ao Senado, em vez do senador Esperidião Amin (PP-SC).
Mesmo integrando partidos diferentes, Damares e Michelle se tornaram grandes amigas e organizaram juntas uma série de eventos para estimular a participação de mulheres conservadoras na política. Durante a campanha de 2022, as duas fizeram um tour pelo Brasil em busca de votos para Bolsonaro.
A ex-primeira-dama tem sido criticada internamente pela falta de empenho em relação à eleição de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), escolhido pelo pai como candidato à Presidência. Para atenuar a crise, o senador tem dito que Michelle vai embarcar na campanha dele no tempo certo.
Damares informou ao Republicanos que gostaria de deixar a secretaria nacional do grupo de mulheres para se dedicar exclusivamente ao mandato. Atualmente, a senadora é presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado e integrante da CPMI do INSS.
Por Folha de São Paulo
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