Quadrilha rende e sequestra dono de empresa e amigos durante confraternização

Criminosos invadiram uma empresa de postes e pré-moldados, renderam o proprietário e outras vítimas, os levaram em veículos e os mantiveram amarrados em cárcere privado durante um roubo seguido de sequestro, na noite dessa sexta-feira (20), em Lucas do Rio Verde (354 km ao norte de Cuiabá). Até o momento, nenhum integrante da quadrilha foi preso e seguem foragidos.
De acordo com o boletim de ocorrência, a guarnição foi informada por volta das 20h30 sobre um possível roubo em andamento na empresa. Ao chegar ao local, os policiais encontraram a sede revirada e constataram que as vítimas haviam desaparecido, além do furto de duas caminhonetes que estavam estacionadas no interior da empresa.
Testemunhas relataram que um funcionário percebeu a movimentação suspeita e viu os veículos saindo em alta velocidade. Diversas equipes da Polícia Militar, com apoio de outras forças de segurança, iniciaram buscas na região. Durante as diligências, os policiais localizaram as vítimas nas proximidades da Rua Turquesa.
Elas relataram que haviam sido levadas até uma residência abandonada, onde foram amarradas e mantidas sob ameaça. Segundo os relatos, os criminosos agrediram o proprietário da empresa e tentaram forçá-lo a realizar transferências bancárias via PIX, afirmando que sabiam que ele possuía dinheiro. Contudo, após várias tentativas frustradas de obter valores e diante da presença policial intensificada na região, os suspeitos fugiram, deixando as vítimas amarradas no imóvel. Elas conseguiram se soltar e escapar do cativeiro.
Durante as buscas, os policiais recuperaram uma caminhonete Dodge Ram, de placa SPX-9B00. No entanto, uma Toyota Hilux, de placa QTI-6D05, ainda não foi localizada e permanece como roubada. As vítimas sofreram lesões decorrentes das agressões.
Não foi informado exatamente quantos criminosos faziam parte do grupo ou se as vítimas conseguiram reconhecer algum deles. Até o momento, ninguém foi preso.
O caso foi encaminhado à Polícia Civil, que dará continuidade às investigações.
Por Gszeta Digital




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