PJC prende suspeito de assaltar escritório de contabilidade em Sorriso
A Polícia Judiciária Civil (PJC) de Sorriso (MT) prendeu, na manhã desta quinta-feira (5), um homem suspeito de envolvimento no assalto a um escritório de contabilidade ocorrido no início da semana no município. O suspeito foi localizado, detido e encaminhado à delegacia, onde permanece à disposição da Justiça.
De acordo com o delegado Paulo Brambila, responsável pelo caso, a polícia tomou conhecimento do crime nos primeiros dias da semana e, a partir das investigações, conseguiu identificar o autor do roubo.
“Nós ficamos sabendo desse roubo no começo da semana e conseguimos identificar o autor. Foi levado o celular do escritório da vítima. Nossa equipe saiu a campo, identificou o agente e o trouxe para a delegacia. Ele está detido e vai passar por interrogatório”, explicou o delegado.
Segundo Brambila, o suspeito não possui passagens criminais anteriores e relatou que a motivação do crime estaria relacionada ao uso de drogas. O delegado também informou que o caso está praticamente esclarecido.
“Trata-se, a princípio, de um sujeito sem passagens criminais. Segundo ele, a motivação foi por drogas. O crime está praticamente todo solucionado, houve reconhecimento por parte de testemunhas e agora será dado andamento ao inquérito, que deve ser finalizado e encaminhado ao Judiciário”, afirmou.
Durante a ação criminosa, o homem simulou estar armado ao colocar a mão sob o moletom, o que gerou temor nas vítimas. No entanto, a polícia confirmou que não havia arma de fogo envolvida.
“Segundo o próprio depoimento dele, não possuía arma de fogo e nenhuma foi encontrada. Aparentemente, o crime foi cometido sem o emprego de armamento”, destacou o delegado.
O telefone celular roubado durante o assalto foi recuperado, embora não estivesse mais com o suspeito no momento da prisão.
“O aparelho já havia sido repassado a outra pessoa, que pode responder pelo crime de receptação. O telefone foi recuperado e será devolvido à vítima”, completou.
O delegado também comentou que no local do crime havia uma mulher e uma criança, que chegou a se esconder durante a ação, e fez uma reflexão pessoal sobre a reação das vítimas em situações de assalto.
“O que sempre se orienta é para não reagir, pois isso reduz a chance de confronto. Mas cada situação é diferente e essa decisão acaba sendo pessoal. Não é uma posição institucional, é uma reflexão baseada em casos que já vimos”, ponderou.
A Polícia Civil reforça que a população pode continuar colaborando com denúncias de crimes como roubo e furto, destacando que as informações repassadas ajudam diretamente no trabalho investigativo.
O caso segue agora para conclusão do inquérito policial e encaminhamento ao Poder Judiciário.
Por Rbt News
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