“Pegou mal para a Câmara”, diz vereadora Maysa Leão sobre rejeição de comissão processante

A vereadora Maysa Leão criticou publicamente a decisão da Câmara Municipal de não instaurar uma comissão processante para apurar denúncias envolvendo o ex-vereador Chico 2000. A parlamentar afirmou que a repercussão negativa junto à população demonstra insatisfação com o posicionamento do Legislativo.
Segundo Maysa, a reação popular ficou evidente principalmente nas redes sociais. “Eu acredito que pegou mal para a Câmara, a população tem se manifestado. A gente viu que as pessoas ficaram indignadas”, declarou.
A vereadora reforçou que a abertura de uma comissão processante não representa condenação antecipada, mas sim um instrumento legal de apuração. “Uma comissão processante não é uma condenação prévia. A gente não deve abrir quando for algo fútil, quando não houver materialidade”, pontuou.
No entanto, na avaliação dela, o pedido apresentado possuía elementos suficientes para ser analisado formalmente. “Nesse caso, havia materialidade atrelada e seria dada ao ex-vereador toda a possibilidade de defesa. Ninguém estaria dizendo que ele é culpado”, afirmou.
Para Maysa Leão, a decisão de não instaurar a comissão passa uma mensagem negativa à sociedade. “Ao não abrir, é como se disséssemos: não queremos saber”, concluiu.
O tema segue repercutindo no meio político e entre moradores, enquanto o Legislativo mantém a decisão já deliberada em plenário.
Por Ana FláviaMoreira/Rbt News




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