“Sabe, o que está acontecendo na Faixa de Gaza com o povo palestino, não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus”, afirmou Lula durante uma visita à Etiópia, em fevereiro de 2024.
Para Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) “não deixou dúvidas” e defendeu Israel em fóruns internacionais. “Ele esteve ao lado de Israel nos fóruns internacionais. Fortaleceu a cooperação entre nossos países. E deixou algo muito claro: o Brasil esteve com Israel contra o terrorismo, sem desculpas e sem dois pesos e duas medidas”, disseo senador.
“Permitam-me ser muito claro: Lula é antissemita. Isso não é um slogan. Isso não é exagero. Isso se baseia em suas ideias, em seus assessores, em suas palavras e em suas ações. (…) O Hamas não é um grupo de resistência. O Hamas é uma organização terrorista. O mesmo grupo que assassinou famílias israelenses inocentes em 7 de outubro”, completou Flávio.
O senador também afirmou que o petista tem uma “ideologia que não fica somente no papel” e se torna “uma ação governamental”. Nesse sentido, criticou a entrada de navios de guerra iranianos no Rio de Janeiro, em 2023, reclamando que o regime do país persa “conclama abertamente pela destruição de Israel”.
Flávio ainda prometeu que, se eleito presidente, assinará a entrada do Brasil nos Acordos de Isaac, que visam fortalecer as relações diplomáticas entre Israel e a América Latina. “Sou candidato à Presidência porque o Brasil precisa de uma redefinição moral e estratégica. Neste novo momento da América Latina, os Estados Unidos, junto com democracias responsáveis, ajudaram a construir um novo modelo de cooperação internacional”, disse.
Flávio está em viagem a Israel desde a semana passada. Ele percorre um roteiro similar ao feito por Jair Bolsonaro durante a pré-campanha do pai à Presidência da República. O primogênito do ex-presidente se batizou no rio Jordão e fez orações no Muro das Lamentações, em Jerusalém.
Nos últimos dias, Flávio tem feito uma série de publicações nas redes sociais sobre a viagem com sua família ao local, com reforço a mensagens religiosas.
Em seu discurso, Flávio também falou sobre a situação do pai, que cumpre pena por tentativa de golpe de Estado. “Jair Bolsonaro está hoje preso por perseguição política, não por justiça. Mas ideias não podem ser encarceradas. E a verdade não pode ser silenciada”.
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