Eletrobras terá de compensar impactos da hidrelétrica de Colíder, confirma Sema-MT

A secretária de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT), Mauren Lazzaretti, confirmou que a Eletrobras será obrigada a adotar medidas de compensação e mitigação em razão dos impactos socioambientais causados pelo rebaixamento do reservatório da Usina Hidrelétrica de Colíder, instalada no rio Teles Pires, no norte do Estado.

IMG_4057-1015x1024 Eletrobras terá de compensar impactos da hidrelétrica de Colíder, confirma Sema-MT

Em entrevista ao site Nortão MT, Mauren destacou que o procedimento de rebaixamento tem gerado consequências visíveis na região, atingindo diretamente comunidades ribeirinhas, a fauna aquática e atividades econômicas que dependem do rio. “Os impactos foram identificados e a empresa terá de apresentar soluções para reduzir os danos, bem como realizar compensações devidas”, afirmou a gestora.

A Usina Hidrelétrica de Colíder entrou em operação em 2019 e possui capacidade instalada de 300 megawatts. Desde então, diversas comunidades da região vêm relatando problemas relacionados às mudanças no nível da água do reservatório, incluindo dificuldades na pesca, prejuízos à navegação e alteração nos ecossistemas locais.

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Segundo a Sema, já estão em andamento estudos técnicos para mensurar a dimensão dos impactos e definir quais medidas a Eletrobras deverá cumprir. Essas ações podem incluir desde programas de recuperação ambiental até iniciativas sociais voltadas às comunidades afetadas.

NOTA

A Eletrobras colabora com a Secretaria de Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso na gestão do rebaixamento controlado do reservatório da Usina Colíder, medida tomada com objetivo de garantir a segurança. Os times de operações, meio ambiente e relacionamento com a comunidade estão trabalhando na região para conter os impactos e mapear ações necessárias.

NORTÃO MT

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